UPA DE LATA: um problema de saúde pública em uma unidade de saúde pública

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    Com as implantações das UPAs feitas com contêineres veio junto uma série de probleminhas que ao passar do tempo se tornaram um problemão para os municípios. Vamos começar pelo valor de cada uma delas, segundo auditoria do TCU (Tribunal de Contas da União) as chamadas “UPAs de lata” saíram mais caras do que as de alvenaria. Outro ponto é a fragilidade dos materiais usados. Existem casos de UPAs que em menos de dois anos já apresentavam uma série de problemas como por exemplo: afundamento de piso, deslocamentos de paredes e vazamentos em emendas. Ratos e baratas é outro problema constante nas UPAs. No bairro da Tijuca em nossa Capital foi descoberto um ninho de ratos embaixo da unidade e pacientes reclamavam de baratas dentro da unidade. Caso vocês não saibam as UPAs são feitas em bases acima do chão, proporcionando criadouros de roedores e insetos.

    Ferro e maresia não combinam de jeito nenhum, por essa razão as nossas unidades estão enfrentando severos problemas. Na minha opinião as nossas UPAs de lata devem ser jogadas no chão e unidades de alvenaria construídas em seus lugares. No caso de Tamoios transferiria a unidade para o hospital (espaço é o que não falta) enquanto a obra fosse feita.No caso da unidade Parque Burle, transferiria para o prédio do HCE (espaço também tem) repetindo o mesmo processo de espera do fim da obra. Essa é a minha opinião em relação as UPAs de nossa cidade, se levarmos em consideração os dinheiros gastos com as diversas “manutenções e pequenas obras” ao longo dos anos, já teríamos resolvido essa dor de cabeça, principalmente com a nossa gente de Tamoios.

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