Volkswagen aplica descontos do governo e promete bônus de até R$ 5 mil

Volkswagen Polo Highline
Polo Highline – Crédito: Luís França (divulgação)

Depois da confirmação pelo governo federal do programa temporário de redução de preço dos automóveis, a Volkswagen confirmou os cortes nos valores.

“Em relação às medidas de incentivo ao setor automotivo, anunciadas nesta segunda-feira (5) pelo governo, a Volkswagen comunica que, a partir de amanhã, 6 de junho, todas as concessionárias estarão prontas para aplicar os preços já reduzidos”, disse a VW em nota à imprensa.

E completa: “além disso, a Volkswagen vai expandir a oferta e oferecerá bônus de até R$ 5 mil reais ou taxa zero aos seus clientes”.

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Descontos

Para os carros de passeio, a redução nos preços será de R$ 2 mil a R$ 8 mil.

Parâmetros para a redução

Os parâmetros para redução de preço dos automóveis permanecem com as mesmas diretrizes anunciadas por Alckmin no último dia 25 de maio. Ou seja, serão três fatores: maior eficiência energética (nível de emissão de carbono); maior densidade industrial (capacidade de gerar emprego e crescimento no entorno); e menor preço (ampliação do acesso).

  • O critério será aplicado a veículos com valor de mercado até R$ 120 mil para os carros novos (45% dos modelos disponíveis);
  • Poderá haver ainda outros descontos, a critério exclusivo de montadoras e concessionárias;
  • As vendas de carros com desconto serão exclusivas para pessoas físicas nos primeiros 15 dias, prazo que pode ser prorrogado por até 60 dias, a depender da resposta do mercado. Após o período, as empresas também poderão entrar no programa.

Incentivo e prazo

Segundo os Ministérios do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços e da Fazenda, serão destinados R$ 500 milhões para os automóveis de passeio. O programa vai terminar quando os recursos disponíveis se esgotarem.

“O valor que a concessionária deixar de receber será coberto pela montadora, que reverterá o montante em crédito tributário. Tal crédito poderá ser usado para pagar tributos ou fazer abatimentos em declarações futuras”, diz o Ministério de Alckmin.

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Fonte: Motor Show