Jeep Commander muda visual dias depois da estreia do modelo nacional

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Mal a Jeep apresentou o Commander no Brasil e já há novidades. Mas calma, o Jeep de sete lugares produzido no Brasil não passará por mudanças por um bom tempo. Quem foi reestilizado é seu primo chinês que tem o mesmo nome. Aliás, por lá as variantes mais caras recebem o nome de Grand Commander.

Tal qual a estratégia traçada com o Wagoneer e o Grand Wagoneer, o Jeep Commander chinês tem pequenas mudanças visuais entre a versão com e sem sobrenome. O Grand é mais luxuoso e tem versões mais equipadas e caras. Por enquanto a Jeep revelou apenas o Grand Commander 2022 chinês.

Agora em relação ao nosso Jeep Commander, aí as diferenças são gigantescas. A versão chinesa é feita sobre a plataforma Compact Wide usada no Cherokee, Chrysler Pacifica e que já serviu ao Alfa Romeo Giulietta e ao Dodge Dart. Já o nosso Commander é feito na base Small Wide de Renegade, Compass e Fiat Toro.

Jeep Grand Commander [divulgação]
Jeep Grand Commander [divulgação]

Novidades inspiradas no Compass

Enquanto o Commander brasileiro traz muito do Compass, mas tenta se afastar dele visualmente, a reestilização do modelo chinês o aproximou do modelo menor. Os faróis retangulares agora contam com pestana de LED para iluminação diurna igual ao do SUV médio mais vendido do Brasil.

A grade frontal ficou maior e inclinada na parte superior. Já o para-choque ganhou linhas mais robustas com entradas de ar maiores e a mesma ligação entre as sessões das luzes de neblina que já está presente no Compass.

Jeep Grand Commander [divulgação]
Jeep Grand Commander [divulgação]

Atrás, o Commander chinês traz lanternas interligadas tal qual o modelo brasileiro. Contudo, elas não ficam grudadas no vidro traseiro. A disposição de luzes mudou e o nome Commander ou Grand Commander vem estampado bem ao centro. Interessante notar que o desenho da coluna D dele é idêntica à coluna C do Jeep Renegade.

Outra pegada

Com porte mais generoso do que o do nosso Commander, o Jeep chinês traz motores de maior tamanho. As versões de entrada usam um 2.0 quatro cilindros turbo de 243 cv nas variantes com tração dianteira ou 265 cv no modelo 4×4.

[divulgação]
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Sem opção de diesel, os chineses tem o Commander Hybrid com o mesmo 2.0 turbo, mas acoplado a dois motores elétricos e autonomia total de 900 km. Todos os modelos são equipados com transmissão automática de nove marchas, a mesma do Commander diesel brasileiro.

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Fonte: Revista Carro