Híbridos e elétricos são 2,5% do total de vendas em 2022

Share on facebook
Share on twitter
Share on telegram
Share on whatsapp


Peugeot 3008 Híbrido carregador

Com o aumento na oferta de modelos eletrificados, os licenciamentos de elétricos e híbridos também crescem no país, mas os flex ainda são 81% do total  

O balanço apresentado nesta semana pela Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores) mostrou que os veículos híbridos e elétricos representam 2,5% do total de vendas de automóveis e comerciais leves no Brasil ao longo de 2022. Em 2021, eles eram 1,8% e, em 2020, 1%.

Considerando apenas os modelos 100% elétricos, foram licenciadas 1.752 unidades no ano, o que significa 0,3% do volume para os dois segmentos, ou seja, incluindo automóveis e comerciais leves. Abril registrou um queda, indo de 517 unidades em março para 461 no mês passado. Ainda assim, esses modelos mostram um crescimento significativo frente a 2021, que teve 2.860 licenciamentos nos 12 meses, representando 0,1% do total de vendas.

Quando analisamos os híbridos, eles totalizam 11.239 unidades vendidas em 2022, ou seja, 2,2%. Para comparar, em 2021, foram comercializadas 32.130 unidades ao longo de todo o ano, representando 1,6% do total.

Veja a seguir o gráfico comparativo do volume de licenciamentos de híbridos e elétricos ano a ano:

“Nós fechamos com um número ainda baixo, estamos falando entre 2% e 2,5%. Esse é um número ainda tímido, principalmente porque estamos falando de vendas e não de frota circulante. Mas essas novas tecnologias de propulsão irão crescer gradualmente. Temos os híbridos com uma participação bastante significativa, incluindo os híbridos flex”, afirma o presidente da Anfavea, Márcio de Lima Leite.

A grande parte das vendas de automóveis e comerciais leves no Brasil são de modelos flex, que representam 81% do volume total em 2022, considerando os dados de janeiro a abril. Em segundo lugar aparecem os veículos a diesel, com 13,5%, e depois a gasolina, com 3%.

Foto: Divulgação/Peugeot



Fonte: Revista Carro